Vida criativa

Carlos Augusto B. de Andrade A vida passa num instante,           pisco os olhos e o hoje já se tornou ontem,           o hoje logo será, também, amanhã, definitivamente, amanhã será           sempre um hoje singelo, etéreo-eterno.   Por isso, nada de deixar para amanhã o que hoje pode ser feito. Semeie poeticamente sentidos múltiplos, […]

Politiké em declínio

Carlos Augusto B´. de Andrade Politiké nasce grega, racional. Sólon instaura Clístenes leva adiante democracia/soberania popular. Tempo quebra privilégios e instaura sociedade plural, debatem-se problemas dialeticamente conduzidos. Árvore cresce tenra, rara, robusta, Circunspecta nasce política. Sensata segue rumo. Eleições diretas. De repente, rumo novo corrompe a plêiade; nova era: PUNHAL. Arma CEGA toma lá dá […]

Eu poesia… eu poeta… eu poema…

Carlos Augusto B. de Andrade Ouço o tilintar dos versostatuados naquelapágina em branco.Soam, ressoam, reverberamsagradas notas. Versos com saborcolorido,rubroscor de beijo doce,como as melodias profanas. Aos olhos do poetaSaltam formas puras,farpas cintilantes,rimas intrigantes,fracas, fortes,delirantes. De repente,poesia e poetaligados pela lide,olham-se:frente e verso,cara e coroa,lira e alma. Ninguém ousa separarcarne e unha,Criador e criasão“Um”. 23/05/2019

Encontro

Carlos Augusto B. Andrade Sutil e levea poética intrigantemoveu a pena. Rolou o versoclaro,singelo,sincero. De repente,sem nenhum acidente,tomou forma o poema. Poeta insatisfeitorapidamente riscou,rabiscou,deformou o verboe reformou o verso. Nasce, então, o poema da gema.Finaliza o encanto, o canto, o encontro. 18/05/2019