Jazz

Encarnação da improvisação, da liberdade de expressão musical, sensação Armstrong de swing intuitivo, suave para refletir, ou para dançar strong. Do início do século XX, 1910, Jazz para o infinito, cadeia sonora delirante, intensa, sedutora, vibrante, arrebatadora, relembra muito bem o gosto de quero mais. Imagem: chenspec – https://pixabay.com/pt/users/chenspec-7784448/
Tempo paradoxal

Carlos Augusto B. Andrade Já vivi minuto que parece dia todo, dia todo que parece minuto, paradoxal encanto. Quis momentos rápidos, e outros que durassem a vida toda, mas ninguém controla esses irrefreados. Tempo é como vento que passa, vencendo obstáculos, ou fazendo arruaça.
Surpresas

Carlos Augusto B. Andrade Viver é encontrar surpresas. Algumas boas, outras nem tanto, mas isso não é um espanto, é realidade diária, na vida, nada é só encanto. Até mesmo quando nada muda, paramos de dar valor, momentos ilustres perdem a fama, ficam sem sentido, a alma endurece, não se esparrama. Um dia se compreenderá […]
Baile Palaciano

Carlos Augusto B. Andrade Terpsícuri concita, instiga, impele guerreiros mascarados a bailar nas câmaras palacianas. Absortos, pela lira altissonante, rodopiam sensuais, selvagens, entorpecidos pelo som viciante. Hidromel aos tonéis destila a insensatez, destorce dogmas. A serviço da anfitriã, dançam e cantam, não argumentam, apenas agem.